Profundidade

Profundidade

“Porque não há árvore boa que dê mau fruto nem tampouco árvore má que dê bom fruto. Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois dos espinheiros não se colhem figos, nem dos abrolhos se vindimam uvas. O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau, do seu mau tesouro tira o mal; pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. E por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?

Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante:
É semelhante ao homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala, e pôs os alicerces sobre a rocha; e vindo a enchente, bateu com ímpeto a torrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque tinha sido bem edificada.
Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a torrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa.” Lucas 6:43-49


Quero usar este trecho onde Jesus fez menção de duas ilustrações, para falar sobre dois aspectos da nossa vida cristã.

1) Nova Natureza

Primeiro exemplo
ÁRVORE ou RAIZ – VOCÊ CONHECE A ÁRVORE PELO SEU FRUTO.
Cada árvore gera frutos conforme a sua espécie. Logo, se você quer colher outros frutos, não é útil tentar simplesmente trocar os frutos, a mudança começa pela raiz. Se no seu quintal você tem apenas limoeiros, mas você não quer mais limões, você quer colher mangas, não adianta podar os limões, podar as folhas, podar a árvore. A raiz tem que ser arrancada. Outro tipo de árvore, a mangueira por exemplo, deve ser plantada no lugar.

“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau, do seu mau tesouro tira o mal; pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.”

A raiz é o coração. Você está preso aos frutos que o seu coração gera. Quem você é verdadeiramente no seu interior será externado através das suas atitudes.

Muitas pessoas sofrem e se esforçam para mudar o tipo de fruto gerado, quando é inútil tentar mudar os frutos. Os frutos não são a causa, a fonte, eles são a consequência, o resultado. Todos nós já tivemos que passar por isso. A má árvore precisa morrer. Secar até suas raízes. Precisamos nascer de novo, com uma nova natureza.

A mudança legítima começa pela semente. A boa semente do evangelho, tem JESUS no seu DNA. O verdadeiro evangelho é Jesus puro! Jesus é a essência da nossa nova natureza!

Quando a semente brota, essa primeira estrutura que sai da casca é que vai formar a raiz da planta. Jesus é a nossa raiz. Dele vem a nossa vida, todo suprimento, toda a força e alimento que precisamos. Ele nos sustenta e Ele determina a natureza dos frutos. Romanos 11 fala sobre nós, os gentios, que fomos enxertados no Senhor, nos tornamos participantes da raiz e da seiva da oliveira. E ainda fala, não te glorieis, porque não é você (os ramos) que sustenta a raiz, mas a raiz a Ti.

Jesus é o nosso fundamento. Estamos ligados a Ele. Recebemos a salvação e o Espírito Santo pela graça de Deus. Favor imerecido! E quanto mais somos nutridos nele, mais esses frutos são gerados no nosso interior e vem para o exterior.

Os frutos do Espírito são gerados quando estamos recebendo toda essa nutrição espiritual do Senhor.

Portanto, assim como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim também nele andai, arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, abundando em ação de graças.
Colossenses 2:6,7

Nossa vida cristã deve ter como fundamento andarmos arraigados e edificados em Cristo. Arraigados ou: permanente, enraizado, obstinado, radicado.

Resumindo: RECEBEMOS UMA NOVA NATUREZA. Podemos ter uma vida abundante, sobrenatural, sendo guiados por Deus, somos abençoados por causa de Cristo, favorecidos e cheios de vitórias por causa de Cristo.

2) Diligência e sabedoria
Na segunda ilustração, vemos o exemplo de dois homens que tinham muitas coisas em comum. Mas, que o que era diferente entre eles é que determinava o sucesso de um e o fracasso de outro.

Vamos falar um pouco sobre o que ambos tinham em comum.
- Os dois ouviram as palavras de Jesus e provavelmente, ambos a receberam porque:
- Os dois também tinham o mesmo desafio: construir uma casa. Edificar sua vida com Deus.

E o que foi semeado nos lugares pedregosos, este é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e sobrevindo a angústia e a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.
Mateus 13:20,21

- Os dois também passaram pelas mesmas adversidades: chuva, ventos fortes, enchentes.

Um permaneceu e o outro não. Na verdade, um permaneceu INABALÁVEL, enquanto o outro, a bíblia diz que foi grande a sua ruína.

Infelizmente muitas pessoas quando se desviam dos caminhos do Senhor, elas tentam justificar sua queda como se tivessem enfrentado uma luta que ninguém jamais enfrentou ou que ninguém suportaria.

Por essa ilustração de Jesus, constatamos que isso não é verdade. A diferença entre esses dois homens não está na Palavra que ouviram, nem mesmo no chamado deles, ou nas adversidades que enfrentaram. A grande diferença que Jesus destaca entre esses dois é a diligência.

“Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante:
É semelhante ao homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala, e pôs os alicerces sobre a rocha; e vindo a enchente, bateu com ímpeto a torrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque tinha sido bem edificada.
Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a torrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa.” Lucas 6:47-49


A forma como cada um deles decidiu edificar a casa determinou o sucesso ou o fracasso deles.

Às vezes pensamos que estavam os dois na praia, um viu uma rocha exposta bem forte e escolheu edificar lá, e o outro viu uma duna de areia e decidiu edificar lá. Mas, não é isso o que está escrito. O mais provável é que ambos tiveram que escolher um terreno. Provavelmente, os dois tinham terra ou areia na superfície. O que teve sucesso, foi o que decidiu cavar até achar rocha firme para construir os fundamentos. Não quis um atalho, ou fazer de qualquer jeito. Quis construir algo sólido, profundo, duradouro, independente do esforço a ser colocado ali, do preço a ser pago.

O texto fala que ele cavou, que abriu profunda vala e só pôs os alicerces quando encontrou a rocha.

O outro, escolheu a superficialidade, a famosa lei do mínimo esforço. Ele foi negligente, foi insensato. Faltou o bom senso de dizer: “Eu vou desenvolver uma vida de profundidade”.

A Graça de Jesus é completa, é suficiente, é profunda, é impactante, é constrangedora, é poderosa para mudar a nossa natureza e a nossa realidade. Mas, não há nenhum indício na Palavra de Deus onde vemos que a graça é pretexto para uma vida relaxada, superficial.

Assim como no casamento, na vida financeira, nos relacionamentos em geral precisamos construir com sabedoria e diligência, da mesma forma, na nossa vida cristã.

Sabemos que nossas falhas e fraquezas não roubam a nossa identidade de filhos. Não há mais espaço para condenação, se estamos em Cristo. Mas, o que tem valor, deve ser cuidado, preservado, investido, aprofundado. A maravilhosa graça do Senhor não pode ser um pretexto para relaxarmos nossas mãos e termos uma vida superficial com Deus.

Observe que a primeira ilustração fala sobre a NATUREZA do fundamento, um milagre que Deus é quem faz. Um fundamento totalmente estabelecido por Deus. Mas, a segunda ilustração fala sobre a importância da diligência e da sabedoria para se estabelecer um fundamento PROFUNDO.
“E por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?” – Porque não tem ainda um novo coração.

“Porque não há árvore boa que dê mau fruto nem tampouco árvore má que dê bom fruto. Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois dos espinheiros não se colhem figos, nem dos abrolhos se vindimam uvas. O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau, do seu mau tesouro tira o mal; pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. E por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?
Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante:
É semelhante ao homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala, e pôs os alicerces sobre a rocha; e vindo a enchente, bateu com ímpeto a torrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque tinha sido bem edificada.
Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a torrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa.” Lucas 6:43-49


Quero usar este trecho onde Jesus fez menção de duas ilustrações, para falar sobre dois aspectos da nossa vida cristã.

1) Nova Natureza

Primeiro exemplo
ÁRVORE ou RAIZ – VOCÊ CONHECE A ÁRVORE PELO SEU FRUTO.
Cada árvore gera frutos conforme a sua espécie. Logo, se você quer colher outros frutos, não é útil tentar simplesmente trocar os frutos, a mudança começa pela raiz. Se no seu quintal você tem apenas limoeiros, mas você não quer mais limões, você quer colher mangas, não adianta podar os limões, podar as folhas, podar a árvore. A raiz tem que ser arrancada. Outro tipo de árvore, a mangueira por exemplo, deve ser plantada no lugar.

“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau, do seu mau tesouro tira o mal; pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.”

A raiz é o coração. Você está preso aos frutos que o seu coração gera. Quem você é verdadeiramente no seu interior será externado através das suas atitudes.

Muitas pessoas sofrem e se esforçam para mudar o tipo de fruto gerado, quando é inútil tentar mudar os frutos. Os frutos não são a causa, a fonte, eles são a consequência, o resultado. Todos nós já tivemos que passar por isso. A má árvore precisa morrer. Secar até suas raízes. Precisamos nascer de novo, com uma nova natureza.

A mudança legítima começa pela semente. A boa semente do evangelho, tem JESUS no seu DNA. O verdadeiro evangelho é Jesus puro! Jesus é a essência da nossa nova natureza!

Quando a semente brota, essa primeira estrutura que sai da casca é que vai formar a raiz da planta. Jesus é a nossa raiz. Dele vem a nossa vida, todo suprimento, toda a força e alimento que precisamos. Ele nos sustenta e Ele determina a natureza dos frutos. Romanos 11 fala sobre nós, os gentios, que fomos enxertados no Senhor, nos tornamos participantes da raiz e da seiva da oliveira. E ainda fala, não te glorieis, porque não é você (os ramos) que sustenta a raiz, mas a raiz a Ti.

Jesus é o nosso fundamento. Estamos ligados a Ele. Recebemos a salvação e o Espírito Santo pela graça de Deus. Favor imerecido! E quanto mais somos nutridos nele, mais esses frutos são gerados no nosso interior e vem para o exterior.

Os frutos do Espírito são gerados quando estamos recebendo toda essa nutrição espiritual do Senhor.

Portanto, assim como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim também nele andai, arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, abundando em ação de graças.
Colossenses 2:6,7

Nossa vida cristã deve ter como fundamento andarmos arraigados e edificados em Cristo. Arraigados ou: permanente, enraizado, obstinado, radicado.

Resumindo: RECEBEMOS UMA NOVA NATUREZA. Podemos ter uma vida abundante, sobrenatural, sendo guiados por Deus, somos abençoados por causa de Cristo, favorecidos e cheios de vitórias por causa de Cristo.

2) Diligência e sabedoria
Na segunda ilustração, vemos o exemplo de dois homens que tinham muitas coisas em comum. Mas, que o que era diferente entre eles é que determinava o sucesso de um e o fracasso de outro.

Vamos falar um pouco sobre o que ambos tinham em comum.
- Os dois ouviram as palavras de Jesus e provavelmente, ambos a receberam porque:
- Os dois também tinham o mesmo desafio: construir uma casa. Edificar sua vida com Deus.

E o que foi semeado nos lugares pedregosos, este é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e sobrevindo a angústia e a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.
Mateus 13:20,21

- Os dois também passaram pelas mesmas adversidades: chuva, ventos fortes, enchentes.

Um permaneceu e o outro não. Na verdade, um permaneceu INABALÁVEL, enquanto o outro, a bíblia diz que foi grande a sua ruína.

Infelizmente muitas pessoas quando se desviam dos caminhos do Senhor, elas tentam justificar sua queda como se tivessem enfrentado uma luta que ninguém jamais enfrentou ou que ninguém suportaria.

Por essa ilustração de Jesus, constatamos que isso não é verdade. A diferença entre esses dois homens não está na Palavra que ouviram, nem mesmo no chamado deles, ou nas adversidades que enfrentaram. A grande diferença que Jesus destaca entre esses dois é a diligência.

“Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante:
É semelhante ao homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala, e pôs os alicerces sobre a rocha; e vindo a enchente, bateu com ímpeto a torrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque tinha sido bem edificada.
Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a torrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa.” Lucas 6:47-49


A forma como cada um deles decidiu edificar a casa determinou o sucesso ou o fracasso deles.

Às vezes pensamos que estavam os dois na praia, um viu uma rocha exposta bem forte e escolheu edificar lá, e o outro viu uma duna de areia e decidiu edificar lá. Mas, não é isso o que está escrito. O mais provável é que ambos tiveram que escolher um terreno. Provavelmente, os dois tinham terra ou areia na superfície. O que teve sucesso, foi o que decidiu cavar até achar rocha firme para construir os fundamentos. Não quis um atalho, ou fazer de qualquer jeito. Quis construir algo sólido, profundo, duradouro, independente do esforço a ser colocado ali, do preço a ser pago.

O texto fala que ele cavou, que abriu profunda vala e só pôs os alicerces quando encontrou a rocha.

O outro, escolheu a superficialidade, a famosa lei do mínimo esforço. Ele foi negligente, foi insensato. Faltou o bom senso de dizer: “Eu vou desenvolver uma vida de profundidade”.

A Graça de Jesus é completa, é suficiente, é profunda, é impactante, é constrangedora, é poderosa para mudar a nossa natureza e a nossa realidade. Mas, não há nenhum indício na Palavra de Deus onde vemos que a graça é pretexto para uma vida relaxada, superficial.

Assim como no casamento, na vida financeira, nos relacionamentos em geral precisamos construir com sabedoria e diligência, da mesma forma, na nossa vida cristã.

Sabemos que nossas falhas e fraquezas não roubam a nossa identidade de filhos. Não há mais espaço para condenação, se estamos em Cristo. Mas, o que tem valor, deve ser cuidado, preservado, investido, aprofundado. A maravilhosa graça do Senhor não pode ser um pretexto para relaxarmos nossas mãos e termos uma vida superficial com Deus.

Observe que a primeira ilustração fala sobre a NATUREZA do fundamento, um milagre que Deus é quem faz. Um fundamento totalmente estabelecido por Deus. Mas, a segunda ilustração fala sobre a importância da diligência e da sabedoria para se estabelecer um fundamento PROFUNDO.
“E por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?” – Porque não tem ainda um novo coração.

Se enfraqueces no dia da angústia, a tua força é pequena.
Provérbios 24:10

Se enfraqueces no dia da angústia, a tua força é pequena.
Provérbios 24:10

Palavra by Camila Ferreira

Inspiração

Romanos 1